Atual tricampeão cresce na competição, emplaca a sexta vitória seguida e é lembrado pela torcida rubro-negra durante o 19º triunfo da equipe da Gávea
A série não é grande como a do Flamengo e nem ao menos invicta. Mas neste momento, as seis vitórias consecutivas parecem mostrar bem o tamanho do apetite do Brasília. Dono de três dos quatro troféus que foram colocados em disputa no NBB, o time vem subindo de produção e despachou o Uberlândia, na rodada deste sábado. Alex Garcia costuma dizer que não pode ficar pensando no que o Rubro-Negro anda fazendo. Que precisa trabalhar para chegar bem aos playoffs. Só que a rivalidade segue aquecida. Na arquibancada, enquanto Marquinhos e seus companheiros dominavam o Minas e estavam pertinho do 19º triunfo, a torcida cantava que a hora do Brasília ia chegar. E o encontro vai ser esta semana, só que na Liga das Américas. Quem também está embalado como o Brasília é o Bauru. Passou pelo Mogi e venceu a sexta consecutiva, com boa atuação de Larry Taylor, que anotou 21 pontos. Melhor do que ele, só Marquinhos, cestinha da rodada com 30.
Confira as estatísticas da rodada #20 e o resumo das partidas.

Nezinho em ação (Brito Junior / Divulgação)
FORÇA: o ritmo intenso desde o começo mostrava que o campeão não estava para brincadeira. No confronto que marcava a briga direta pela vice-liderança na temporada, o Brasília não deu chances para o Uberlândia. Diante de sua torcida, mostrou quem mandava naquele pedaço. Contou com as boas atuações de Guilherme Giovannoni, Paulão Prestes, Alex, Isaac e do armador Nezinho (12 pontos e oito assistências), para garantir a sexta vitória consecutiva: 102 a 80.
Olivinha fez 17 pontos (Alexandre Vidal / FlaImagem)
DOCE ROTINA: o primeiro tempo foi estranho. As bolas teimavam em não cair, o jogo não fluía com a facilidade habitual, e o Minas tirava proveito disso. O técnico José Neto recorreu aos jogadores que estavam no banco para tentar sair daquela situação desconfortável. Deu certo. Kojo, Duda, Zanotti e Feliz deram sua contribuição. Mudaram a cara do jogo, viram a pontaria dos companheiros melhorar e o Rubro-Negrogarantir a 19ª vitória seguida.
RETORNO: depois de dois meses e meio, o São José voltou a contar com Murilo. O ala-pivô atuou por 10 minutos, fez cinco pontos, mas faltou a vitória para o dia ser perfeito. Perfeição sim foi o segundo quarto da Liga Sorocabana. A equipe imprimiu um ritmo forte, anotou 25 pontos contra apenas cinco do rival. Depois disso, segurou a reação do São José e levou a melhor sobre o campeão estadual: 66 a 65.
Franca leva por um ponto
(Tuno Vieira/Agência Diário)
UFA!: a equipe de Franca passou sufoco antes mesmo do início do jogo contra o Basquete Cearense. Desconsiderou o horário de verão e chegou em cima da hora ao ginásio da Unifor. Dentro de quadra, a situação foi parecida. O time da casa pressionou, equilibrou as ações e tomou o controle da partida. No último quarto, o armador Figueroa e o pivô Lucas Mariano mostraram que os visitantes ainda tinham forças. Viraram o jogo. Schneider ainda teve a chance de conseguir o empate, mas desperdiçou três lances livres. Silêncio na arquibancada. Vitória francana por um pontinho.
EMBALADO: com os pés nas costas, o Bauru venceu o primeiro quarto contra o Mogi. Fez 33 a 14 e parecia caminhar para uma vitória tranquila. A desconcentração quase custou caro. Guerrinha deu um puxão de orelhas no time no vestiário. Surtiu efeito. Larry Taylor voltou a jogar com o mesmo empenho dos primeiros dez minutos. O problema é que o adversário resistia. Apesar da pressão, o Bauru teve frieza no último minuto para conseguir o sexto triunfo seguido e se manter no G4.

PÉ NO FREIO: o Joinville buscava o quinto triunfo consecutivo. Jogava em seu ginásio, diante de sua torcida. Só não contava que Alex fosse estragar a festa. Depois de dominar o primeiro tempo da partida, o time catarinense deu espaço para o ala, que fez o Paulistano acordar. A defesa melhorou, o adversário começou a errar mais e não criou nenhum tipo de resistência no último período do confronto: 71 a 63 para o time paulista.
César se prepara para lance livre (Danielle Rocha)
MAIS UM PASSO: o Tijuca mostrou vontade. Correu, pulou, brigou e arrancou a vitória que precisava para tentar sair da lanterna da competição. Depois de quatro derrotas seguidas, os comandados de Miguel Angelo da Luz passaram pelo Vila Velha (82 a 74). O resultado ainda não tirou o time carioca da zona de rebaixamento, mas permitiu que alcançasse o mesmo número de vitórias (três) de seus adversários diretos.
A série não é grande como a do Flamengo e nem ao menos invicta. Mas neste momento, as seis vitórias consecutivas parecem mostrar bem o tamanho do apetite do Brasília. Dono de três dos quatro troféus que foram colocados em disputa no NBB, o time vem subindo de produção e despachou o Uberlândia, na rodada deste sábado. Alex Garcia costuma dizer que não pode ficar pensando no que o Rubro-Negro anda fazendo. Que precisa trabalhar para chegar bem aos playoffs. Só que a rivalidade segue aquecida. Na arquibancada, enquanto Marquinhos e seus companheiros dominavam o Minas e estavam pertinho do 19º triunfo, a torcida cantava que a hora do Brasília ia chegar. E o encontro vai ser esta semana, só que na Liga das Américas. Quem também está embalado como o Brasília é o Bauru. Passou pelo Mogi e venceu a sexta consecutiva, com boa atuação de Larry Taylor, que anotou 21 pontos. Melhor do que ele, só Marquinhos, cestinha da rodada com 30.
Confira as estatísticas da rodada #20 e o resumo das partidas.

Nezinho em ação (Brito Junior / Divulgação)FORÇA: o ritmo intenso desde o começo mostrava que o campeão não estava para brincadeira. No confronto que marcava a briga direta pela vice-liderança na temporada, o Brasília não deu chances para o Uberlândia. Diante de sua torcida, mostrou quem mandava naquele pedaço. Contou com as boas atuações de Guilherme Giovannoni, Paulão Prestes, Alex, Isaac e do armador Nezinho (12 pontos e oito assistências), para garantir a sexta vitória consecutiva: 102 a 80.
Olivinha fez 17 pontos (Alexandre Vidal / FlaImagem)DOCE ROTINA: o primeiro tempo foi estranho. As bolas teimavam em não cair, o jogo não fluía com a facilidade habitual, e o Minas tirava proveito disso. O técnico José Neto recorreu aos jogadores que estavam no banco para tentar sair daquela situação desconfortável. Deu certo. Kojo, Duda, Zanotti e Feliz deram sua contribuição. Mudaram a cara do jogo, viram a pontaria dos companheiros melhorar e o Rubro-Negrogarantir a 19ª vitória seguida.
RETORNO: depois de dois meses e meio, o São José voltou a contar com Murilo. O ala-pivô atuou por 10 minutos, fez cinco pontos, mas faltou a vitória para o dia ser perfeito. Perfeição sim foi o segundo quarto da Liga Sorocabana. A equipe imprimiu um ritmo forte, anotou 25 pontos contra apenas cinco do rival. Depois disso, segurou a reação do São José e levou a melhor sobre o campeão estadual: 66 a 65.
Franca leva por um ponto(Tuno Vieira/Agência Diário)
UFA!: a equipe de Franca passou sufoco antes mesmo do início do jogo contra o Basquete Cearense. Desconsiderou o horário de verão e chegou em cima da hora ao ginásio da Unifor. Dentro de quadra, a situação foi parecida. O time da casa pressionou, equilibrou as ações e tomou o controle da partida. No último quarto, o armador Figueroa e o pivô Lucas Mariano mostraram que os visitantes ainda tinham forças. Viraram o jogo. Schneider ainda teve a chance de conseguir o empate, mas desperdiçou três lances livres. Silêncio na arquibancada. Vitória francana por um pontinho.
EMBALADO: com os pés nas costas, o Bauru venceu o primeiro quarto contra o Mogi. Fez 33 a 14 e parecia caminhar para uma vitória tranquila. A desconcentração quase custou caro. Guerrinha deu um puxão de orelhas no time no vestiário. Surtiu efeito. Larry Taylor voltou a jogar com o mesmo empenho dos primeiros dez minutos. O problema é que o adversário resistia. Apesar da pressão, o Bauru teve frieza no último minuto para conseguir o sexto triunfo seguido e se manter no G4.

PÉ NO FREIO: o Joinville buscava o quinto triunfo consecutivo. Jogava em seu ginásio, diante de sua torcida. Só não contava que Alex fosse estragar a festa. Depois de dominar o primeiro tempo da partida, o time catarinense deu espaço para o ala, que fez o Paulistano acordar. A defesa melhorou, o adversário começou a errar mais e não criou nenhum tipo de resistência no último período do confronto: 71 a 63 para o time paulista.
César se prepara para lance livre (Danielle Rocha)MAIS UM PASSO: o Tijuca mostrou vontade. Correu, pulou, brigou e arrancou a vitória que precisava para tentar sair da lanterna da competição. Depois de quatro derrotas seguidas, os comandados de Miguel Angelo da Luz passaram pelo Vila Velha (82 a 74). O resultado ainda não tirou o time carioca da zona de rebaixamento, mas permitiu que alcançasse o mesmo número de vitórias (três) de seus adversários diretos.
Fonte:Globo Esporte






























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