Nadadora retorna aos treinos com Nikita e espera conseguir patrocinador para continuar trabalho de preparação para Olimpíada de 2016
Novos dias numa cidade conhecida. Da volta para casa, nada a reclamar. Na bagagem também nenhuma mágoa. Pelo menos é o que garante a nadadora pernambucana Joanna Maranhão, sobre a saída do Flamengo, seu antigo clube. A atleta, que segue como um dos principais nomes da natação no país, não teve o contrato renovado com o clube do Rio de Janeiro para esta temporada. A nova diretoria do rubro-negro carioca decidiu enxugar a folha salarial e rompeu vínculos com nadadores de elite, como a própria Joanna e César Cielo.
- Eu não tenho nada a reclamar do Flamengo. O clube fez tudo por mim, tive todo o aparato de que precisava, comenta a medalhista de prata nos 400m medley do Pan-Americano de Guadalajara e 5º lugar nas Olimpíadas de Atenas, em 2004.
Novos dias numa cidade conhecida. Da volta para casa, nada a reclamar. Na bagagem também nenhuma mágoa. Pelo menos é o que garante a nadadora pernambucana Joanna Maranhão, sobre a saída do Flamengo, seu antigo clube. A atleta, que segue como um dos principais nomes da natação no país, não teve o contrato renovado com o clube do Rio de Janeiro para esta temporada. A nova diretoria do rubro-negro carioca decidiu enxugar a folha salarial e rompeu vínculos com nadadores de elite, como a própria Joanna e César Cielo.
- Eu não tenho nada a reclamar do Flamengo. O clube fez tudo por mim, tive todo o aparato de que precisava, comenta a medalhista de prata nos 400m medley do Pan-Americano de Guadalajara e 5º lugar nas Olimpíadas de Atenas, em 2004.

Após deixar o Flamengo, Joanna Maranhão volta a treinar no Recife (Foto: Nathália Dielu / GloboEsporte.com)
Desde 2011, vestindo a camisa vermelha e preta, Joanna Maranhão tem apenas uma ressalva sobre a relação com a antiga casa.
- Apesar de não guardar nenhuma mágoa do Flamengo, a única questão negativa foi o atraso de salários. Mas desde que Patrícia (Amorim) não foi reeleita para a presidência, nós já estávamos nos preparando para essa possibilidade de ter que ir embora.
Além de romper o vínculo com o clube, a falta de patrocínio no Sudeste e o desejo de voltar para casa pesaram na decisão de Joanna Maranhão, que decidiu voltar a treinar no Recife, cidade em que nasceu. De volta para casa, Joanna Maranhão contou com o apoio do seu antigo treinador e amigo João Rinaldo, o Nikita.
Desde 2011, vestindo a camisa vermelha e preta, Joanna Maranhão tem apenas uma ressalva sobre a relação com a antiga casa.
- Apesar de não guardar nenhuma mágoa do Flamengo, a única questão negativa foi o atraso de salários. Mas desde que Patrícia (Amorim) não foi reeleita para a presidência, nós já estávamos nos preparando para essa possibilidade de ter que ir embora.
Além de romper o vínculo com o clube, a falta de patrocínio no Sudeste e o desejo de voltar para casa pesaram na decisão de Joanna Maranhão, que decidiu voltar a treinar no Recife, cidade em que nasceu. De volta para casa, Joanna Maranhão contou com o apoio do seu antigo treinador e amigo João Rinaldo, o Nikita.

Para Joanna, Nikita é visto como um pai
(Foto: Nathalia Dielu / GloboEsporte.com)
- A figura paterna que eu tenho é de Nikita. Ele é muito importante para mim. Para essa volta, juntou a confiança que tenho nele como treinador e o desejo de estar com a minha família. Hoje, me sinto feliz, explicou Joanna, que segue em busca de patrocínio na terra natal.
A rotina de treinos continua rígida. Todos os dias, ela faz trabalhos na academia de Nikita e na piscina do Clube Português. Por lá, divide espaço com gente que ainda está só começando.
- Aos 25 anos me sinto uma vovó ao lado da garotada. Aqui, com o pessoal que está treinando com Nikita, sou a mais velha de longe. Mas é muito bom. Eu sempre troco experiência com eles, pontuou a nadadora que começou no esporte aos 13 anos de idade.
O reencontro com o técnico, porém, não é como antes. Nikita se aposentou da função e não fica mais à borda da piscina cronometrando os tempos de Joanna Maranhão. Hoje, só elabora as séries dos treinos e é o mais importante conselheiro da nadadora.
- Na borda da piscina ficam meus assistentes. Recebo os feedbacks dos treinos de Joanna e faço minhas observações. Ela voltou mais madura, mas continua a mesma cabeça dura, dando pitacos que são importantes”, brinca o experiente Nikita.
Como primeiro desafio depois dessa reviravolta, a nadadora tem a preparação para entrar de forma competitiva no Troféu Maria Lenk, que acontece no final de abril. Em fevereiro, ela segue para o Distrito Federal e deve participar da Clínica de Brasília, competição que tem como objetivo observar os atletas na preparação para 2016. Sobre aposentadoria, fez questão de esclarecer.
- Só o tempo vai dizer quando devo parar.
(Foto: Nathalia Dielu / GloboEsporte.com)
- A figura paterna que eu tenho é de Nikita. Ele é muito importante para mim. Para essa volta, juntou a confiança que tenho nele como treinador e o desejo de estar com a minha família. Hoje, me sinto feliz, explicou Joanna, que segue em busca de patrocínio na terra natal.
A rotina de treinos continua rígida. Todos os dias, ela faz trabalhos na academia de Nikita e na piscina do Clube Português. Por lá, divide espaço com gente que ainda está só começando.
- Aos 25 anos me sinto uma vovó ao lado da garotada. Aqui, com o pessoal que está treinando com Nikita, sou a mais velha de longe. Mas é muito bom. Eu sempre troco experiência com eles, pontuou a nadadora que começou no esporte aos 13 anos de idade.
O reencontro com o técnico, porém, não é como antes. Nikita se aposentou da função e não fica mais à borda da piscina cronometrando os tempos de Joanna Maranhão. Hoje, só elabora as séries dos treinos e é o mais importante conselheiro da nadadora.
- Na borda da piscina ficam meus assistentes. Recebo os feedbacks dos treinos de Joanna e faço minhas observações. Ela voltou mais madura, mas continua a mesma cabeça dura, dando pitacos que são importantes”, brinca o experiente Nikita.
Como primeiro desafio depois dessa reviravolta, a nadadora tem a preparação para entrar de forma competitiva no Troféu Maria Lenk, que acontece no final de abril. Em fevereiro, ela segue para o Distrito Federal e deve participar da Clínica de Brasília, competição que tem como objetivo observar os atletas na preparação para 2016. Sobre aposentadoria, fez questão de esclarecer.
- Só o tempo vai dizer quando devo parar.
Fonte:Globo Esporte






























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