Fla vê verba da Adidas ameaçada e prepara manobra para evitar penhora de R$ 58 milhões

Com pouco mais de um dia do contrato assinado, o Flamengo já tem problema na parceria de dez anos estabelecida com a Adidas. Em função das inúmeras penhoras judiciais, o clube vê parte da verba que a empresa alemã pretende injetar no clube ameaçada e já prepara uma manobra financeira para impedir a perda dos R$ 58 milhões que o rubro-negro tem a receber nos próximos 90 dias.
O medo dos dirigentes do Flamengo é que o valor, referente a luvas pela assinatura e adiantamentos, seja bloqueado por uma nova penhora da justiça.
O grupo do presidente eleito do clube, Eduardo Bandeira de Mello, trabalha nos bastidores para que o clube não sofra uma punição maior que os 15% determinados pela justiça do trabalho. Por questões antigas, toda e qualquer receita do Flamengo é descontada neste percentual.
Problemas mais graves, porém, tem feito que as receitas de patrocínios e outros contratos sejam 100% penhoradas. Caso isso ocorra, o Flamengo perderá R$ 58 milhões que seriam usados para quitar vencimentos com jogadores, parte da dívida e, principalmente, para reforçar o elenco do futebol profissional.
Inicialmente, o Flamengo receberia R$ 6 milhões até a última sexta, dos quais R$ 3,5 milhões seriam usados para pagar a multa rescisória com a Olympikus, mais R$ 32 milhões até o fim de janeiro e cerca de R$ 20 milhões até março. Nenhum centavo, porém, entrou nos cofres rubro-negros até o momento.
Em silêncio, o clube tenta “empurrar” o recebimento das receitas para não ter um valor superior aos 15% da justiça do trabalho penhorado.
O vice de finanças da atual diretoria, Rodrigo Tostes, comanda a tentativa. Procurado pela reportagem do UOL Esporte para explicar a tática rubro-negro de conter o bloqueio judicial, ele não foi encontrado.
Além do dinheiro da Adidas, a nova gestão terá que lutar também para receber cerca de R$ 18,5 milhões do adiantamento de R$ 27 milhões de cotas de contrato de transmissão de TV, aprovado pelo Conselho Deliberativo para pagar dívidas. Cerca de R$ 1,5 milhão foi liberado na sexta para pagamento de salários de funcionários e outros R$ 7 milhões já estão penhorados.
Fonte: Uol

Com pouco mais de um dia do contrato assinado, o Flamengo já tem problema na parceria de dez anos estabelecida com a Adidas. Em função das inúmeras penhoras judiciais, o clube vê parte da verba que a empresa alemã pretende injetar no clube ameaçada e já prepara uma manobra financeira para impedir a perda dos R$ 58 milhões que o rubro-negro tem a receber nos próximos 90 dias.
O medo dos dirigentes do Flamengo é que o valor, referente a luvas pela assinatura e adiantamentos, seja bloqueado por uma nova penhora da justiça.
O grupo do presidente eleito do clube, Eduardo Bandeira de Mello, trabalha nos bastidores para que o clube não sofra uma punição maior que os 15% determinados pela justiça do trabalho. Por questões antigas, toda e qualquer receita do Flamengo é descontada neste percentual.
Problemas mais graves, porém, tem feito que as receitas de patrocínios e outros contratos sejam 100% penhoradas. Caso isso ocorra, o Flamengo perderá R$ 58 milhões que seriam usados para quitar vencimentos com jogadores, parte da dívida e, principalmente, para reforçar o elenco do futebol profissional.
Inicialmente, o Flamengo receberia R$ 6 milhões até a última sexta, dos quais R$ 3,5 milhões seriam usados para pagar a multa rescisória com a Olympikus, mais R$ 32 milhões até o fim de janeiro e cerca de R$ 20 milhões até março. Nenhum centavo, porém, entrou nos cofres rubro-negros até o momento.
Em silêncio, o clube tenta “empurrar” o recebimento das receitas para não ter um valor superior aos 15% da justiça do trabalho penhorado.
O vice de finanças da atual diretoria, Rodrigo Tostes, comanda a tentativa. Procurado pela reportagem do UOL Esporte para explicar a tática rubro-negro de conter o bloqueio judicial, ele não foi encontrado.
Além do dinheiro da Adidas, a nova gestão terá que lutar também para receber cerca de R$ 18,5 milhões do adiantamento de R$ 27 milhões de cotas de contrato de transmissão de TV, aprovado pelo Conselho Deliberativo para pagar dívidas. Cerca de R$ 1,5 milhão foi liberado na sexta para pagamento de salários de funcionários e outros R$ 7 milhões já estão penhorados.
Fonte: Uol






























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