Chegou a sua vez de opinar! Você apoia a decisão do clube rubro-negro em não renovar com Cesar Cielo e outros nadadores? Vote na enquete
A decisão da nova direção do Flamengo de não continuar com a equipe profissional de natação do clube põe fim a mais um capítulo importante da tradição rubro-negra nas piscinas brasileiras. Agora é a sua vez de opinar: você concorda com opção de não renovar o contrato de Cesar Cielo e de outros atletas de elite da natação?
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Cesar Cielo e seus companheiros de natação do Fla posam ao lado de Patrícia Amorim (Foto: Divulgação)
Após ter sido defendido por nomes como Fernando Scherer, Rômulo Arantes, Maria Lenk e Mariana Brochado ao longo de sua história centenária, o Fla empreendeu um retorno aos tempos áureos da modalidade com a equipe criada em março de 2010, que tinha Cesar Cielo como principal destaque.
Dois anos antes de assinar com o Flamengo, Cielo havia conquistado a medalha de ouro nos 50m livre nos Jogos Olímpicos de Pequim. Ao lado de Henrique Barbosa e Nicholas Santos, o nadador paulista representou o time pela primeira vez no Troféu Maria Lenk, em maio de 2010. Na competição, o campeão olímpico teve a oportunidade de desassociar sua imagem ao Pinheiros, que defendia desde 2003.
Favorito, Cielo venceu a final dos 50m livre em 21s80 e faturou sua primeira medalha individual com a camisa da nova equipe. Apesar de o título geral da competição ter ficado com o Pinheiros, o trio flamenguista, que treinava em Auburn, nos Estados Unidos, sob o comando do técnico australiano Brett Hawke, mostrou que o clube da Gávea estava de volta ao páreo.
A decisão da nova direção do Flamengo de não continuar com a equipe profissional de natação do clube põe fim a mais um capítulo importante da tradição rubro-negra nas piscinas brasileiras. Agora é a sua vez de opinar: você concorda com opção de não renovar o contrato de Cesar Cielo e de outros atletas de elite da natação?
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Cesar Cielo e seus companheiros de natação do Fla posam ao lado de Patrícia Amorim (Foto: Divulgação)Após ter sido defendido por nomes como Fernando Scherer, Rômulo Arantes, Maria Lenk e Mariana Brochado ao longo de sua história centenária, o Fla empreendeu um retorno aos tempos áureos da modalidade com a equipe criada em março de 2010, que tinha Cesar Cielo como principal destaque.
Dois anos antes de assinar com o Flamengo, Cielo havia conquistado a medalha de ouro nos 50m livre nos Jogos Olímpicos de Pequim. Ao lado de Henrique Barbosa e Nicholas Santos, o nadador paulista representou o time pela primeira vez no Troféu Maria Lenk, em maio de 2010. Na competição, o campeão olímpico teve a oportunidade de desassociar sua imagem ao Pinheiros, que defendia desde 2003.
Favorito, Cielo venceu a final dos 50m livre em 21s80 e faturou sua primeira medalha individual com a camisa da nova equipe. Apesar de o título geral da competição ter ficado com o Pinheiros, o trio flamenguista, que treinava em Auburn, nos Estados Unidos, sob o comando do técnico australiano Brett Hawke, mostrou que o clube da Gávea estava de volta ao páreo.

Cielo se tornou o principal ícone da nova fase do
Flamengo na natação (Foto: Fla Imagem)
De lá para cá, a natação do Flamengo viveu um de seus períodos mais inspirados. Enquanto Cesar Cielo quebrava recordes mundiais e desafiava grandes feras da piscina em competições ao redor do planeta, os outros atletas da equipe, como Nicholas Santos, Tales Cerdeira, Leonardo de Deus e Joanna Maranhão, consolidavam a nova fase rubro-negra nas piscinas brasileiras.
O ápice veio em maio deste ano, quando o clube colocou fim a um jejum de 10 anos sem conquistar o título do Troféu Maria Lenk. Após uma disputa acirrada com Pinheiros e Corinthians, o Fla conquistou seu 13º título na principal competição brasileira da modalidade e lembrou o auge dos anos 1980, quando chegou a emplacar oito campeonatos consecutivos. Com o feito, o time carioca igualou o número de títulos do Pinheiros como equipe mais vitoriosa do torneio.
O principal argumento da nova direção do Flamengo para interromper o projeto de natação implementado pela ex-presidente Patrícia Amorim é que os investimentos destinados à equipe não estavam obtendo retorno suficiente para incentivar os atletas de base do clube.
Além disso, a deficiência na estrutura do parque aquático do Flamengo fazia com que os nadadores precisassem recorrer a outros locais de treinamento. Para o novo vice-presidente de esportes olímpicos, Alexandre Póvoa, o Fla poderá retomar a equipe em 2014, se os problemas forem solucionados.
Flamengo na natação (Foto: Fla Imagem)
De lá para cá, a natação do Flamengo viveu um de seus períodos mais inspirados. Enquanto Cesar Cielo quebrava recordes mundiais e desafiava grandes feras da piscina em competições ao redor do planeta, os outros atletas da equipe, como Nicholas Santos, Tales Cerdeira, Leonardo de Deus e Joanna Maranhão, consolidavam a nova fase rubro-negra nas piscinas brasileiras.
O ápice veio em maio deste ano, quando o clube colocou fim a um jejum de 10 anos sem conquistar o título do Troféu Maria Lenk. Após uma disputa acirrada com Pinheiros e Corinthians, o Fla conquistou seu 13º título na principal competição brasileira da modalidade e lembrou o auge dos anos 1980, quando chegou a emplacar oito campeonatos consecutivos. Com o feito, o time carioca igualou o número de títulos do Pinheiros como equipe mais vitoriosa do torneio.
O principal argumento da nova direção do Flamengo para interromper o projeto de natação implementado pela ex-presidente Patrícia Amorim é que os investimentos destinados à equipe não estavam obtendo retorno suficiente para incentivar os atletas de base do clube.
Além disso, a deficiência na estrutura do parque aquático do Flamengo fazia com que os nadadores precisassem recorrer a outros locais de treinamento. Para o novo vice-presidente de esportes olímpicos, Alexandre Póvoa, o Fla poderá retomar a equipe em 2014, se os problemas forem solucionados.
Fonte:Globo Esporte






























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